Vidas que inspiram - Irmã Lurdes Gastin
O Projeto "VIDAS QUE INSPIRAM" , nos apresenta, neste mês de outubro , a vida de nossa Irmã Lurdes Gastin

Sou
a Irmã Lurdes Gastin e tenho 64 anos de Vida Religiosa Consagrada. Meu nome
religioso era Irmã Helena da Imaculada.
Nasci
no dia 11 de outubro de 1940, em Presidente Bernardes, no estado de São Paulo.
Sou filha de imigrantes libaneses. Meu pai era comerciante e possuía um armazém
de secos e molhados. Minha mãe teve doze filhos. Três faleceram ainda
recém-nascidos e dois morreram aos 14 anos. Três de nós nascemos no Brasil e
todos se naturalizaram brasileiros. Meu pai se naturalizou aos 70 anos e
recebeu uma carta do Ministro da Justiça parabenizando-o por essa iniciativa.
Atualmente, restamos apenas uma irmã e eu. Sou a caçula da família. Mudamos
para a cidade de São Paulo quando eu tinha oito anos.

Desde
cedo participei das Cruzadas e mais tarde fui também dirigente. Naquele tempo
eu dizia que queria ser “soldada de Cristo”. Permaneci nas Cruzadas porque
havia impedimento para ingressar nas Filhas de Maria. Foi nesse ambiente que
começou a amadurecer minha vocação.
Tive
contato com as religiosas nos colégios onde estudei. Inicialmente estudei por
um ano no Colégio Cristo Rei, das Irmãs Doroteias. Depois passei a estudar no
Colégio São José, das Irmãs de São José, localizado na Rua da Glória, no bairro
da Liberdade, em São Paulo. Ali permaneci do terceiro ano até a quarta série do
ginásio. Dos 16 aos 18 anos fui acompanhada vocacionalmente pela Madre Silvia e
por um padre jesuíta. Aos dezoito anos iniciei o postulantado na Congregação
das Irmãs de São José, em Itu.
Sempre
tive grande desejo de ser missionária, mas naquele momento não foi possível.
Fui então trabalhar na secretaria do Colégio Seminário Nossa Senhora da Glória,
no bairro do Ipiranga, em São Paulo, para aprender o funcionamento do sistema
estadual de ensino, pois a Irmã Diretora deixaria o cargo no final do ano.
Infelizmente ela faleceu em outubro. Mesmo assim, foi uma experiência muito
significativa. Convivi com as alunas internas, muitas delas órfãs, entre 7 e 18
anos. Algumas vinham da FEBEM, profundamente marcadas por situações de
sofrimento e pobreza.
Tive
também experiências missionárias. A primeira foi no assentamento de Caarapó, no
Mato Grosso do Sul, onde permaneci por três meses substituindo uma irmã. Mais
tarde estive em Manaus, onde novamente pude ajudar e acompanhar uma irmã em sua
missão.

Minha
formação inclui os cursos de Auxiliar de Enfermagem, Ciências Contábeis e
Administração de Empresas. Fiz o curso de Enfermagem na Escola das Irmãs do
Hospital Santa Catarina, em São Paulo, com o desejo de servir nas missões.
Prestei concurso para a Santa Casa e fui aprovada, mas não cheguei a exercer
ali, pois fui transferida para Santos. Ao longo da vida religiosa, minha
atuação concentrou-se principalmente na área administrativa.
Durante
três anos vivi em Curitiba, trabalhando como auxiliar de contabilidade na
Província do Paraná. No primeiro ano morei na Comunidade Central e, nos dois
anos seguintes, na Casa Provincial. Naquele período, a Superiora Provincial era
a Irmã Lourdes Sávio.

Em
dois momentos tive a oportunidade de colaborar diretamente com o Conselho Geral
da Congregação. O primeiro foi de 1998 a 2004, quando atuei como ecônoma,
motorista e secretária da Ecônoma Geral, Marie Pierre Ruche, durante o governo
da Superiora Geral Lorraine Marie. O segundo período foi de 2012 a 2014, quando
colaborei com a Irmã Sally no processo de venda da Casa Geral Callandreli.
Nesse tempo também fui motorista e ecônoma, além de coordenar a mudança da Casa
Geral para o Casaleto.
Uma
passagem bíblica que sempre me acompanhou em minha caminhada é: “Tudo posso
naquele que me fortalece”. Ao longo da vida enfrentei desafios e momentos
difíceis, especialmente diante de mudanças políticas e do sistema financeiro.
Também vivi um período na Itália, onde enfrentei novas mudanças nesse contexto.
Em todos esses momentos procurei confiar e reconhecer a presença de Deus
sustentando meu caminho.
Nestes
64 anos de vida consagrada experimentei alegrias, desafios, altos e baixos,
como acontece em toda caminhada. Procuro cultivar sempre a vida de oração
pessoal e comunitária. Sou fiel à oração do terço, à meditação diária e à
participação na Santa Missa.

Ø Como mensagem às Irmãs mais jovens,
deixo esta convicção: é Jesus quem nos sustenta na fidelidade à nossa resposta
ao chamado de Deus.
Sou
a Irmã Lurdes Gastin e tenho 64 anos de Vida Religiosa Consagrada. Meu nome
religioso era Irmã Helena da Imaculada.
Nasci no dia 11 de outubro de 1940, em Presidente Bernardes, no estado de São Paulo. Sou filha de imigrantes libaneses. Meu pai era comerciante e possuía um armazém de secos e molhados. Minha mãe teve doze filhos. Três faleceram ainda recém-nascidos e dois morreram aos 14 anos. Três de nós nascemos no Brasil e todos se naturalizaram brasileiros. Meu pai se naturalizou aos 70 anos e recebeu uma carta do Ministro da Justiça parabenizando-o por essa iniciativa. Atualmente, restamos apenas uma irmã e eu. Sou a caçula da família. Mudamos para a cidade de São Paulo quando eu tinha oito anos.

Desde
cedo participei das Cruzadas e mais tarde fui também dirigente. Naquele tempo
eu dizia que queria ser “soldada de Cristo”. Permaneci nas Cruzadas porque
havia impedimento para ingressar nas Filhas de Maria. Foi nesse ambiente que
começou a amadurecer minha vocação.
Tive
contato com as religiosas nos colégios onde estudei. Inicialmente estudei por
um ano no Colégio Cristo Rei, das Irmãs Doroteias. Depois passei a estudar no
Colégio São José, das Irmãs de São José, localizado na Rua da Glória, no bairro
da Liberdade, em São Paulo. Ali permaneci do terceiro ano até a quarta série do
ginásio. Dos 16 aos 18 anos fui acompanhada vocacionalmente pela Madre Silvia e
por um padre jesuíta. Aos dezoito anos iniciei o postulantado na Congregação
das Irmãs de São José, em Itu.
Sempre
tive grande desejo de ser missionária, mas naquele momento não foi possível.
Fui então trabalhar na secretaria do Colégio Seminário Nossa Senhora da Glória,
no bairro do Ipiranga, em São Paulo, para aprender o funcionamento do sistema
estadual de ensino, pois a Irmã Diretora deixaria o cargo no final do ano.
Infelizmente ela faleceu em outubro. Mesmo assim, foi uma experiência muito
significativa. Convivi com as alunas internas, muitas delas órfãs, entre 7 e 18
anos. Algumas vinham da FEBEM, profundamente marcadas por situações de
sofrimento e pobreza.
Tive
também experiências missionárias. A primeira foi no assentamento de Caarapó, no
Mato Grosso do Sul, onde permaneci por três meses substituindo uma irmã. Mais
tarde estive em Manaus, onde novamente pude ajudar e acompanhar uma irmã em sua
missão.

Minha
formação inclui os cursos de Auxiliar de Enfermagem, Ciências Contábeis e
Administração de Empresas. Fiz o curso de Enfermagem na Escola das Irmãs do
Hospital Santa Catarina, em São Paulo, com o desejo de servir nas missões.
Prestei concurso para a Santa Casa e fui aprovada, mas não cheguei a exercer
ali, pois fui transferida para Santos. Ao longo da vida religiosa, minha
atuação concentrou-se principalmente na área administrativa.
Durante
três anos vivi em Curitiba, trabalhando como auxiliar de contabilidade na
Província do Paraná. No primeiro ano morei na Comunidade Central e, nos dois
anos seguintes, na Casa Provincial. Naquele período, a Superiora Provincial era
a Irmã Lourdes Sávio.

Em
dois momentos tive a oportunidade de colaborar diretamente com o Conselho Geral
da Congregação. O primeiro foi de 1998 a 2004, quando atuei como ecônoma,
motorista e secretária da Ecônoma Geral, Marie Pierre Ruche, durante o governo
da Superiora Geral Lorraine Marie. O segundo período foi de 2012 a 2014, quando
colaborei com a Irmã Sally no processo de venda da Casa Geral Callandreli.
Nesse tempo também fui motorista e ecônoma, além de coordenar a mudança da Casa
Geral para o Casaleto.
Uma
passagem bíblica que sempre me acompanhou em minha caminhada é: “Tudo posso
naquele que me fortalece”. Ao longo da vida enfrentei desafios e momentos
difíceis, especialmente diante de mudanças políticas e do sistema financeiro.
Também vivi um período na Itália, onde enfrentei novas mudanças nesse contexto.
Em todos esses momentos procurei confiar e reconhecer a presença de Deus
sustentando meu caminho.
Nestes
64 anos de vida consagrada experimentei alegrias, desafios, altos e baixos,
como acontece em toda caminhada. Procuro cultivar sempre a vida de oração
pessoal e comunitária. Sou fiel à oração do terço, à meditação diária e à
participação na Santa Missa.

Ø Como mensagem às Irmãs mais jovens,
deixo esta convicção: é Jesus quem nos sustenta na fidelidade à nossa resposta
ao chamado de Deus.
Vidas que inspiram - Irmã Lilia da CruzO Projeto "VIDAS QUE INSPIRAM" , nos apresenta, neste mês de setembro , a vida de nossa Irmã Lilia da Cruz
Vidas que inspiram - Irmã Cleonice da Cruz YoshizawaO Projeto "VIDAS QUE INSPIRAM" , nos apresenta, neste mês de agosto , a vida de nossa Irmã Cleonice da Cruz Yoshizawa
Vidas que inspiram - Irmã Eliana Aparecida dos SantosO Projeto "VIDAS QUE INSPIRAM" , nos apresenta, nesta primeira quarta - feira do mês, a vida de nossa Irmã Eliana Aparecida dos Santos
Vidas que Inspiram - Irmã Maria Erica CaimiO Projeto "VIDAS QUE INSPIRAM" , nos apresenta, nesta primeira quarta - feira do mês, a vida de nossa querida Irmã Maria Erica Caimi - Idade: 10...


