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PROJARI faz memória de 11 anos de inauguração
27/05/2021

Centro de esperança, Casa de cidadania e Fábrica de sonhos. Os nomes dados ao PROJARI expressam sentimento e missão de uma instituição para promover a humanidade de crianças e adolescentes de Guaíba. Há onze anos, no dia 24 de maio de 2010, acontecia a grande festa de inauguração do prédio do PROJARI, com a presença da comunidade, das Irmãs de São José, da governadora Yeda Crusius e do Arcebispo Metropolitano, Dom Dadeus Grings.

 

A obra majestosa foi erguida com esforço e mobilização da comunidade e apoio de um grande número de generosos colaboradores. A construção do sonho começou em 2004, quando as irmãs de São José receberam em doação o terreno da senhora Loiva Zenker. No mesmo ano, começou uma grande campanha de mobilização para angariar recursos para a construção do prédio, da qual participaram muitas empresas, membros da comunidade e apoiadores. Os nomes desses doadores estão registrado num grande painel na entrada principal do prédio. Parte dos recursos para a construção do prédio também foi recebido através da participação da comunidade no processo da Consulta Popular do Orçamento Participativo.

 

No dia 8 de Abril de 2006 foi realizada a cerimônia de benção do terreno e colocação da pedra fundamental simbólica, com a participação da comunidade, de autoridade de Guaíba e do Vigário Episcopal, Dom Jacinto Inácio Flach. No dia 19 de Março de 2007, Festa de São José, foram iniciadas as obras de construção do prédio. No período de construção as oficinas continuaram no Salão Comunitário da Igreja Nosso Senhor do Bom Fim.

 

Segundo a Diretora do PROJARI, Ir. Nilva Dal Bello, cada fase finalizada na obra era comemorada com uma grande festa comunitária de inauguração, com apresentação dos grupos das oficinas e integração de toda a comunidade. Ela ressalta que a obra foi uma conquista da comunidade. “A sede do PROJARI não foi uma obra doada, mas edificada a muitas mãos para resgatar a cidadania e dignidade de crianças e adolescentes, para que o futuro da humanidade possa ser construído com base da cultura da paz e da solidariedade”. Ir. Nilva acrescentou que o sonho se tornou realidade, porque uma multidão de pessoas com boas intenções se encontraram, sonharam juntas e cooperaram para concretizar a Fábrica de Sonhos.




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