Irmãs de São José de Chambéry do Brasil e Bolívia
Processo de Integração

 A TERCEIRA FICHA nos convidou a olhar estas ações sugeridas como caminho de avanço e tecer nossas considerações.
Vejamos o encaminhamento da Ficha:
- Tomar o ponto 2.2: “PARA ONDE PODEMOS AVANÇAR”
   • Tomar consciência das Ações que propusemos a curto, médio, longo prazo e os passos que nós nos propusemos a dar. Com quais dessas Ações eu tive maior envolvimento? Como me senti? Pr quê?
   • Respondendo à ação “Construir uma forma de nossa organização como Brasil-Bolívia”, pense em um modelo viável de nova organização. Se quiser, pode se juntar com alguma companheira ou com toda a comunidade para fazer a proposta.

- Iluminar a realidade com a Palavra de Deus
O Profeta Elias também teve que sonhar com um novo jeito de viver o compromisso e organização segundo o Projeto de Deus. Mas, para assumir isto, precisou deixar que Deus fosse Deus nele. Vamos escutá-lo novamente.

O Profeta Elias continua partilhando sua experiência conosco
Com essa nova maneira de compreender a Deus e de percebê-lo na realidade, fiz o caminho de volta para a missão. A situação que eu tinha deixado continuava sendo a mesma, mas eu a podia ver de outra maneira, pois estava iluminada pela nova concepção de Deus.

Minha primeira tarefa foi pôr atenção na liderança que conduzia o meu povo: estabelecer Hazarel como rei de Aram; Jeú como rei de Israel e Eliseu como Profeta em meu lugar (1Rs 19,15-16). Isto significava “passar o manto” a Eliseu e acompanhá-lo em sua nova missão (1Rs 19,21).
Também me empenhei na utilização de ritos e símbolos que sinalizassem o novo que estava começando. Com isto, oferecia estratégias a Eliseu para enfrentar as dificuldades que a realidade trazia consigo. Meu gesto de “enrolar o mando e bater com ele as águas do Jordão” (2Rs 2,8) seria repetido por Eliseu em sua viagem de volta (2Rs 2,14).

Uma das coisas que o profeta devia cuidar era a itinerância e saber descobrir, pelos caminhos, pessoas capazes de colaborar nos destinos da nação. Eu precisava “treinar” meu sucessor neste tipo de postura, por isto fui levando-o por vários lugares. Em todos eles surgiam grupos de irmãos profetas que podiam colaborar (2Rs 2,1-7). Mas, ele não entendia bem que seu trabalho precisava ser partilhado com mais alguém. Ele só foi capaz de assumir essa nova postura quando eu lhe dei de presente o que me pedia: meu espírito (2Rs 2,9-10). Com meu espírito ele continuou a dinâmica do projeto de Deus que eu havia defendido durante tanto tempo. Então eu pude “desaparecer” (2Rs 2,11), pois Eliseu caminharia por seus próprios pés e seguiria adiante, imbuído do Carisma que a missão exigia.

Vocês que me escutam terão que caminhar partilhando mais com os leigos e leigas a missão que Deus lhes encomendou. Segurando o poder nas próprias mãos vocês não promovem o Reino, porque quando vocês deixarem de poder atender a missão, tudo se acabará. Se partilharem com novos líderes, preparados e acompanhados por vocês, tudo será continuado, talvez até com a novidade que vocês não conseguem promover.

• Como a minha experiência ilumina a de vocês?
• Que passos vocês deveriam dar a curto, médio e longo prazo para discernir o que fazer com o que já está começado, com a nova organização provincial que vocês buscam?
• O que deverá ser transferido? A quem? Como?
• O que deverá ser deixado? Em que prazos?
• Que resposta nova poderá ser dada a outros gritos? Quais? Como responder?

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Respostas novas? Quais? Onde? Como?
Nestes Seminários nos debruçaremos sobre as respostas das últimas perguntas trazidas pela terceira ficha que vieram das comunidades, tendo em mente também os mapas de nossa presença.
• O que deverá ser transferido? A quem? Como?
• O que deverá ser deixado? Em que prazos?
• Que resposta nova poderá ser dada a outros gritos? Quais? Como responder?




Escutemos os clamores... contemplemos os mapas:






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