Irmãs de São José de Chambéry do Brasil e Bolívia
Notícia
30/05/2017
PROJARI qualifica presas em projeto de Inclusão Produtiva

PROJARI qualifica presas em projeto de Inclusão Produtiva

 

Em mais uma ação inovadora, o PROJARI desenvolveu nos últimos seis meses o Curso de Corte e Costura para um grupo de mulheres privadas de liberdade da Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba (PEFG). O projeto Fio de Esperança, executado pela Associação Beneficente São José de Guaíba/PROJARI, teve apoio do Instituto Lojas Renner com autorização da SUSEPE.


As aulas ministradas pelas instrutoras Marlene Medeiros e Marinês Oliveira ocorreram de novembro de 2016 a abril de 2017, totalizando 120h. Além da qualificação para o trabalho, a atividade proporcionou remição da pena. A cada três dias de aula ocorre um dia de redução da pena a ser cumprida. Além de ministrar as aulas, as máquinas adquiridas com o projeto do PROJARI foram repassadas à penitenciária, a fim de dar seguimento ao trabalho de qualificação e produção de vestuário.


Conforme a Diretora da PEFG, Adriana Gós da Silva, são costuradas calças, camisetas e bermudas que integram o uniforme do sistema prisional. "A proposta deste trabalho é expandir a produção, ampliando a confecção". Segundo a instrutora Marlene Duarte, as detentas aprenderam o manuseio das máquinas, definição de medidas, produção de moldes, tipos de tecidos e costura final.


A cerimônia de entrega de certificados ocorreu no pátio do estabelecimento penal, com um desfile das confecções produzidas durante o curso, na presença de autoridades estaduais e municipais. A Diretora do PROJARI, Ir. Laura Gavazzoni, enfatizou que a atividade proporcionou o empoderamento da mulher com a oportunidade de qualificação. "Nossa meta é resgatar a dignidade humana, por isso, nos empenhamos nessa missão de facilitar a transformação das vidas dessas mulheres. Apelamos as autoridades para que compreendam a importância desse papel social com a implementação de políticas públicas que assegurem o resgate do ser humano e proporcione a inclusão produtiva, apoiando as iniciativas que a sociedade de modo competente consegue desenvolver".


A detenta J. G. destacou o significado dessa certificação junto ao processo de aprendizagem. “Às vezes sabemos fazer, mas se não tiver um certificado para confirmar, não vale como experiência”. Segundo ela o projeto Fio de Esperança, não foi apenas uma oportunidade, mas a abertura de outros caminhos para a uma vida com dignidade.

 





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COMENTÁRIOS!
Ivani M. Gandini
11/06/2017 20:59:15
Parabéns por este Projeto de qualificação destas mulheres pois assim poderão sentir auto-estima e possibilidade de melhor qualidade de vida.

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